O que é isso companheiro? Imin? Imin não...em você!


No dia 22/06/2008 nossa fétida e misteriosa Rolândia, será palco da solenidade oficial das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, onde termemos a presença do príncipe Naruhito, o cara é o herdeiro da família imperial do Japão. Junto com ele vem o nosso "querido" ( sarcastic mode: ON ) presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O que isso tem de importância, bem pra mim,...nada. Mas acontece que li uma matéria dizendo que o Ministério do Turismo empenhou R$9.750.000,00 para a construção do Parque Cultural Temático Yumê, que vai ser construído aqui em Rolândia. Na verdade o orçamento do parque está na casa dos R$ 11,7 milhões. "Via Caixa serão liberados R$9,75 milhões, sendo mais 20% de contrapartida do município de Rolândia". Realmente acho que a comunidade japonesa merece nossa admiração e respeito, mas eu me pergunto: " pra que uma porra de parque tão caro? E a manutenção dessa coisa que vai atrair no máximo 50 turistas por década? Tomara que não saia dos cofres públicos!
O engraçado é que não vejo esse empenho em liberar grana quando o assunto é serviços públicos. Eu passei um bom tempo rondando hospitais, clínicas, postos de saúde e percebi que a coisa não anda tão bela como a propaganda mostra. Mas foda-se. As vezes me esqueço que aqui também é parte do Brasil.
Espero que nessa visita destes ilustres governantes à nossa cidade, eles não encontrem nenhum Lee Harvey Oswald. Ou seria melhor se encontrassem? Se encontrarem melhor que eu esteja longe...imagina acertarem um tiro "Imin...."






6 "FALA QUE EU TE ESCUTO!" (SAP):

Pam Nóbrega disse...

e vc ainda se surpreende com esse tipo de coisa???

=/

Anônimo disse...

eu morei pouco tempo em Rolândia, mas freqüento a cidade por causa da família e amigos, falando sério, dá pra contar nos dedos os japoneses que eu já vi. Cadê os japa de rola? Imin não...

Tali

Marcos Rocha disse...

Só faço uma observação politicamente correta: troque o adjetivo fétida (embora correto com relacao a Rolandia, essa cidade linda que amo) por "cidade de forte odor exótico não potável para as narinas". É preciso não ter preconceito contra os cheiros das cidades, mesmo os de cheiro subdesenvolvido e putrefato (não use esse adjetivo tb, porra, seja politicamente correto cacete).

Minhas recomendações.

Anônimo disse...

Meu caro MAAR...
Não seria odor salubre em vez de potável???
Uma vez que potável, vem do latim, potabile é quer dizer aquilo que se pode beber....
Sorry, não resisto!!!

Marcos Rocha disse...

Licença poética...

Anônimo disse...

Sei...